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Impressão digital com tinta látex

A INOVA Sinalização acaba de incorporar ao seu portfólio de serviços a tecnologia de impressão digital com tinta látex através da impressora HP Látex 365.

O uso de tintas a base d´água elimina a exposição a tintas que apresentam alta concentração de solventes, gerando impressões sem cheiro, que podem ser aplicadas em qualquer tipo de ambiente onde haja restrições ao solvente, tais como hospitais, clínicas médicas, consultórios, laboratórios, hotéis, etc.

Assistindo ao vídeo você conhecerá um pouco mais sobre essa tecnologia e seus benefícios.

Impressão digital possibilita fabricação de revestimentos com design diferenciado

Considerada um grande diferencial competitivo para as empresas produtoras de peças cerâmicas nos últimos anos, a impressão digital tem possibilitado novas formas de criar, produzir e trabalhar com revestimentos devido à sua incrível versatilidade e capacidade de reproduzir materiais e texturas.

“As impressoras digitais têm maior definição, imprimem em alto e baixo relevo e oferecem uma variedade de cores e desenhos que eram impossíveis de reproduzir na impressão convencional, deixando os revestimentos com visual mais natural e agradável”, explica Camila Lamberti, do departamento de design da Incefra.

A famosa pedra “canjiquinha”, por exemplo, pode ser reproduzida nos revestimentos cerâmicos por meio da técnica de impressão digital. Mas para que isso aconteça, as placas de cerâmica ou o porcelanato escolhido precisam receber o engobe (camada de esmalte entre a peça cerâmica e o esmalte da superfície do produto), além de passarem, por diversos equipamentos como prensa, vela e granilheira, incluindo a própria impressora digital.

Presente no mercado há alguns anos, mas ainda considerada de alto custo, a máquina tem a função de decorar, qualquer tipo de imagem, em cima de peças cerâmicas, com algumas limitações de cores ou efeitos, contudo com resultados impressionantes, agregando assim valor ao produto final.

Cuidados e vantagens da impressão digital de revestimentos

Tão importante quanto o investimento no maquinário é a capacitação dos funcionários/operadores. “Eles precisam estar habilitados para fazer a execução e a manutenção da impressora, com o cuidado de mantê-la numa temperatura em torno de 20 a 25ºC e longe da poeira”, afirma José Luis Vetari, do Laboratório da Cerâmica Atlas.

Os designers de produto também são imprescindíveis neste processo devido ao desafio de desenvolver um visual diferenciado e comercial, que esteja alinhado com as exigências das normas de usabilidade. Mas com um profissional de amplo conhecimento, que abusa da criatividade para criar nuances/texturas para as peças, a produção se torna menos complicada e o processo, consequentemente mais rápido.

O trabalho consiste, basicamente, em alinhar e controlar todas as etapas de produção do revestimento ou do porcelanato conforme o padrão, evitando problemas futuros. “A impressora demora, em média, 25 a 35 minutos, chegando a uma temperatura de 1100°C. E uma linha de produção, por exemplo, tem capacidade de produzir 24.000 metros quadrados por dia”, informa Camila.

Entre as vantagens da técnica destacam-se, ainda, o baixo índice de perda em relação às peças lisas, maior valor agregado ao produto final e “infinitas” possibilidades criativas.  Além disso, os revestimentos impressos digitalmente apresentam a mesma resistência, mas com beleza e viabilidade de custo que outros materiais não podem proporcionar.

ACM na Comunicação Visual

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O painel de alumínio composto (ACM – Aluminum Composite Material) está cada vez mais presente nas fachadas de loja, shoppings, supermercados, agências bancárias e estabelecimentos comerciais. O motivo disso está, principalmente, no visual contemporâneo e tecnológico conferido à comunicação visual. Para ficar convencido de sua aplicação e ofertar a seus clientes novas possiblidades de trabalho, conheça as 4 principais características técnicas dessa solução.

Baixo peso

Revestimento de fachadas pede o uso de painéis com espessura de 3 mm a 6 mm formados pela união de 2 chapas de alumínio a um núcleo de polietileno.
O ACM de 4 mm de espessura tem a mesma rigidez que uma chapa de alumínio de 3,3 m de espessura, porém é quase 50% mais leve. Dessa forma, proporciona economia no transporte e na instalação.

Alta resistência

Com resistência a pressão, o painel de alumínio composto tem um raio mínimo de curvatura 30 vezes a espessura do painel. Em relação a temperatura, suporta temperaturas que variam de – 50° C a 80° C. Além disso, é aprovado em testes internacionais de resistência ao fogo.

Facilidade de instalação

No Brasil, o painel de alumínio pode ser instalado por 3 tipos de sistemas: de Bandeja, Junta Seca e Ventilado. O método é especificado no começo do projeto de acordo com a obra, o custo e o tempo de execução. Para auxiliar especificadores e instaladores recomenda-se consultar uma norma técnica específica: a ABNT NBR 15446: 2006.

Cast ou extrusada: saiba como escolher a chapa de acrílico certa

Material bastante apropriado para comunicação visual, o acrílico é reconhecido pela sua versatilidade e beleza ao ser aplicado em peças como display, luminoso, fachada e brinde. Para que todos os efeitos positivos fiquem aparentes não só na entrega do produto, mas também durante toda sua vida útil, é necessário investir em chapas de acrílico corretas, o que requer cuidados ao escolhê-la.
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Para decidir entre cast e extrusada é importante considerar a usinagem do acrílico e a utilização da peça. As chapas produzidas pelo processo cast têm maior resistência térmica, química e ao impacto. Outra característica é a maior resistência ao crazing, um fenômeno de aparecimento de trincas no acrílico quando ele é tencionado além da capacidade de resistência. Além disso, apresentam maior viscosidade e variação de espessura do que as peças saídas do método extrusado, que é conhecido pela otimização da relação custo-benefício.

Apesar da chapa acrílica fundida ser a mais comum no mercado, ela não precisa necessariamente ser a primeira opção de um projeto. “O produto final define o tipo, o tamanho e a espessura da chapa acrílica a ser usada”, defende Felisberto Travassos, representante da Castcril. Segundo o especialista, a escolha deve levar em conta a qualidade técnica, que será sempre melhor quando usado monômero virgem. Isso garante, por exemplo, resistência, durabilidade da cor, brilho, transmissão de luz e transparência.

Uso de acrílico aumenta o apelo de compra no PDV

Quem nunca comprou um livro pela capa pelo menos uma vez ou pediu um prato apenas por que ele aparentava estar bastante apetitoso ou remetia a algum momento especial? Esse comportamento de consumo é comum no ponto de venda e comprovada em estudo Nielsen: 70% das decisões de compra acontecem no PDV.

Além disso, a pesquisa revela que 17% das compras são feitas por impulso e em 22% das vezes o consumidor já sabia que precisava do produto, mas lembrou apenas na frente da gôndola. Por trás dos números estão os elementos que dão apelo ao display e são grandes aliados dos lojistas, com destaque para o potencial criativo do acrílico na construção de relacionamentos emocionais entre marca e cliente.
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A facilidade de moldagem, corte e acabamento permite atender ao desejo de clientes dos mais variados segmentos do varejo.

Recurso utilizado em pontos de venda de grandes empresas como Pantene e Chevrolet, o uso de peças acrílicas agrega beleza e modernidade à loja, dá visibilidade ao produto e desperta a atenção do consumidor pelo conceito inovador. Outras características do material plástico são segurança, resistência, peso e variedade de cores, algumas fluorescentes, um diferencial em relação ao vidro. “Todas essas possibilidades fazem do mercado de PDV um dos principais no uso do acrílico”, afirma João Orlando Vian, executivo do Indac (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico).

A facilidade de moldagem, o corte e acabamento permite atender ao desejo de clientes dos mais variados segmentos do varejo, de cosmético, passando por calçados e até automotivo. Para atender e ampliar a demanda, fabricantes de chapas acrílicas desenvolveram uma linha de materiais texturizados, jateados e acidados, que não deixam marcas das digitais nos displays quando os objetos expostos são manipulados. Sua flexibilidade facilita a criação de peças retas, onduladas, curvas e vincadas, todas customizadas para necessidade de comunicação visual da marca.

Conheça as vantagens da impressão em tecido

Elegância, praticidade, sustentabilidade, beleza. Não são poucas as tendências que fazem da impressão em tecido uma das tendências mais fortes do mercado brasileiro. Na área de comunicação visual, proporciona inúmeras possibilidades de utilização, seja no setor de vestuário promocional, objetos pessoais ou de cenografia, o segmento ganha espaço e tende a se tornar uma das grandes vedetes da indústria.
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A impressão em tecido está cada vez forte, principalmente em áreas internas, porque o tecido traz muitas vantagens, sendo a elegância, sustentabilidade (por ser ecológico), mobilidade, por ser fácil de transportar, reflete menos a luz e tem um bom caimento. Uma combinação que, segundo ele, torna-o cada vez mais procurado pelo mercado.

Como também é mais fácil de montar e instalar, o tecido tem sido muito utilizado na montagem de cenários e na cenografia. Quando você vai montar um cenário, o tecido não te traz qualquer problema. É bem mais simples, é só colocá-lo. Além disso, ele está sempre esticado, não emborca, e facilita a visualização porque não reflete luz.

Avaliado em 7,5 bilhões de dólares, o mercado global de impressão digital têxtil passará por um grande crescimento, de aproximadamente 34% até 2019, aponta estudo de mercado realizado pela InfoTrends, empresa de consultoria para a indústria de impressão.